Os 9 estudos mais bizarros sobre o universo LGBT

Alimentos gordurosos, paracetamol durante a gravidez, tabacarias e carne estragada fizeram parte de estudos realizados ao universo LGBT. O site Pink News listou alguns estudos estranhos e sem sentido feitos em torno do universo gay:

1. Ingerir muita comida gordurosa pode transformá-lo em gay

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Sim, um estudo publicado afirma que comer alimentos gordurosos pode causar homossexualidade ou torná-lo em transgênero. A autora da pesquisa, Rita Strakosha, que diz ter “um diploma de Psicologia Clínica da Universidade da Albânia”, enviou o documento de 56 páginas para a PinkNews depois de publicá-lo como um e-book na Amazon. No documento, Strakosha afirma que a obesidade tem relação com os homossexuais: “homens gays, mulheres lésbicas e bissexuais relatam maiores probabilidades de consumo de bebidas açucaradas do que homens e mulheres heterossexuais”. O documento ainda sugere que evitar gorduras, açúcares e álcool pode “impedir as atrações homossexuais”.

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Alguém precisa mostrar as minhas amigas gays que não comem nem carboidrato à noite e tem menos de 5% de gordura corporal.

2. Gays vivem perto de tabacarias

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Outro estudo bizarro, de 2014, tentou fundamentar que os casais do mesmo sexo vivem mais próximos de revendas de cigarro do que as pessoas heterossexuais. O estudo, intitulado “Relacionamento entre tabaco e casais de minoria sexual” diz que o uso do tabaco é substancialmente maior entre os gays. “Os casais do mesmo sexo nos EUA ficam concentrados em bairros mais urbanos, onde pode haver mais varejistas de tabaco.”

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Quer dizer que Brokeback Montain não é ficção? 

3. Odores tornam as pessoas desfavoráveis ao casamento gay

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Também em 2014, um estudo afirmou que a presença de cheiros ruins faz com que as pessoas mantenham visões mais conservadoras, inclusive sendo mais propensas a se oporem ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Intitulado de “O desgosto e a política do sexo”, o estudo afirma que cheiros como o vômito fazem com que as pessoas mantenham pontos de vista mais fortes, especificamente contra a homossexualidade. No experimento, dois grupos de participantes selecionados aleatoriamente preencheram questionários com questões políticas, variando opções de “não repugnantes” a “extremamente nojento”. Um dos quartos continha ácido butírico, um componente principal de odor e vômito corporal severo, e a outra sala era inodora. As pessoas na sala com o ácido expressaram visões mais fortes contra o casamento do mesmo sexo, disseram os pesquisadores, afirmando que 25,9% dos entrevistados estavam fortemente contra o casamento do mesmo sexo. 70% dos da sala sem o cheiro disseram que apoiariam o direito de casais homossexuais para se casarem.

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Sei não, muita gente já passou um cheque por aí e nem por isso o parceiro virou hétero por causa do odor.

4. O comportamento homossexual em mulheres só se desenvolveu por causa dos desejos dos homens

 

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Um controverso estudo científico afirma que a atração do mesmo sexo entre as mulheres se desenvolveu por causa de uma fantasia sexual masculina. O documento tentou determinar as origens evolutivas do lesbianismo, argumentando que poderia ter se desenvolvido pela excitação dos homens ao pensarem que as mulheres são atraídas uma pela a outra.  Os pesquisadores, da Universidade de Nicósia, pesquisaram um total de 1.509 participantes heterossexuais para o estudo e afirmaram que “cerca de metade dos homens da amostra relataram que ficariam sexualmente excitados se suas parceiras de sexo oposto lhes dissessem que ficariam com outra mulher”.

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Nem as pesquisas do IBOPE em época de eleição são tão vagas assim. Comentei e saí correndo.

5. Evitar a ejaculação ajuda a “reverter” a homossexualidade

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Aqui outro estudo da cientista Rita Strakosha (a que afirmou que as gorduras ​​podem causar homossexualidade). Em sua nova teoria, propôs uma terapia para curar a homossexualidade, que inclui evitar a ejaculação para induzir “hibernação” na sexualidade de uma pessoa. Uma vez que o chamado período de hibernação termina, Strakosha afirma que a atração heterossexual aparecerá como mágica, porque é assim que a ciência funciona. Como prova, apresentou uma antiga teoria chinesa que diz que se o seu desejo é viver uma vida longa e saudável, você não deveria ejacular mais de 24 vezes por ano. “Um homem pode atingir a saúde e a longevidade se ele praticar uma abstinência de ejaculação de duas vezes por mês, ou 24 vezes por ano”, disse o médico Sun Ssu-Mo, do século VII.

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Rita, por favor não confundir abstinência com heterossexualidade. Gratos.

6. Homens heterossexuais acham os homens gays tão repulsivos como a carne apodrecendo

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O estudo, que foi realizado pelo Instituto Americano de Bissexualidade, descobriu que mesmo aqueles que dizem estar aceitando a comunidade LGBT têm uma reação física ao ver dois homens mostrando carinho um pelo outro. A Dra. Karen L Blair, que conduziu o estudo em psicologia da Universidade St. Francis Xavier, explicou que os participantes receberam uma série de slideshows de “casais masculinos se beijando e casais héteros se beijando, casais de sexo misto de mãos dadas” e colheram amostras de saliva para avaliar a alfa-amilase salivar em resposta a cada apresentação de slides. A Dra. Blair e a equipe descobriram que quando eles receberam fotos de homossexuais se beijando, os participantes produziram os mesmos níveis salivares de alfa-amilase que quando eram confrontados com imagens de carnes apodrecidas.

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O slideshow em si já causa asco por si só, não as fotos. Helloooo!

7. Paracetamol durante a gravidez torna as crianças menos masculinas

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Um estudo com ratos que receberam paracetamol no ventre seriam “menos masculinos” e que eram menos propensos a se acasalar com as fêmeas. A pesquisa afirma que os camundongos nascidos de mães que tomam paracetamol “tiveram uma exibição territorial menos agressiva em relação aos intrusos do mesmo gênero” e menos interações e ejaculações sexuais durante o acasalamento.

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Deixa o rato transar com quem ele quiser!

8. Os ímãs comprovam que a homossexualidade não é natural

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Os funcionários da Universidade de Lagos recentemente elogiaram o trabalho de um de seus alunos de pós-graduação, Chibuihem Amalaha, por um experimento em que ele alegou que as observações de ímãs forneceram provas de que a homossexualidade não é natural. Amalaha afirmou que, à medida que os pólos de ímãs repelem os do mesmo tipo, isso significa que o homem não pode atrair outro homem porque eles são os mesmos, e uma mulher não deve atrair uma mulher porque são as mesmas. “Foi assim que usei a física para provar o casamento gay errado “. Em uma entrevista para This Day Live, Amalaha explicou a motivação de suas experiências: “Nos últimos tempos, descobri que o casamento gay está consumindo profundamente a nossa natureza humana em todo o mundo e é por isso que as nações de Sodoma e Gomora foram destruídas por Deus.”

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9. A maioria das mulheres é gay ou bissexual, mas nunca somente hétero

Seria uma ótima notícia para as lésbicas do mundo inteiro. A pesquisa sugere que as mulheres que se identificam como heterossexuais “raramente o são”. O estudo, liderado pelo Dr. Gerulf Rieger, do Departamento de Psicologia da Universidade de Essex, mostrou uma série de vídeos e anotou se as alunas tiveram os estímulos sexuais alcançados. Os resultados apontam que as mulheres heterossexuais foram sexualmente excitadas tanto por vídeos de homens atraentes quanto por mulheres atraentes – apesar de se identificarem somente como heterossexuais. Em contrapartida, as mulheres que identificaram como lésbicas apresentaram uma resposta sexual muito mais forte às mulheres do que aos homens.

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Com infos do Pink News

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