Solar dos Abacaxis celebra aniversário de Ney Matogrosso com experiência expositiva

O Solar dos Abacaxis vem desenvolvendo plataformas expositivas não-tradicionais com diversas dinâmicas e formatos, como o MANJAR, o FuzuErê e o À Roda. Para isso, o Solar contou com a colaboração generosa de artistas, DJs, Chefs, instituições parceiras e do querido público.

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Todos os que trabalham, expõem, dançam e se alimentam no Solar são colaboradores. É com a renda destas vendas que financiamos coletivamente os primeiros fundos para a reforma desse imóvel construído em 1843.

Nesta quinta-feira, 10, às 19h, uma  experiência expositiva de curtíssima duração. Um encontro gratuito com a gentil sugestão de colaborações voluntárias e a celebração dos 76 anos de Ney Matogrosso.

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SERVIÇO
Solar dos Abacaxis – Rua Cosme Velho, 857  – 22241-090 Rio de Janeiro, RJ

Quinta-feira, 10 de agosto a partir das 19h
20h-21h Apresentação do solo de dança “Melodia onde o tempo não existe” de Thiago Sancho, inédito no Rio.

colaboram neste MANJAR:

Guilherme Altmayer (artista)
Maria Nepomuceno (artista)
Marc Kraus (artista)
Susana Guardado ( ♥ PRAZER É PODER)
Rodolpho Parigi (artista)
Sabores Colombianos / Nelly Camacho (gastronomia)
Thiago Sancho (artista)

Mais informações: https://www.facebook.com/events/159802797916345/

O solar foi construído ao redor de 1843 pelo comendador Borges da Costa, com projeto atribuído a José Maria Jacinto Rebelo, antigo aluno de Grandjean de Montigny e um dos principais arquitetos acadêmicos do Rio de Janeiro de então.

É um raro exemplar híbrido de chalé neoclássico. Da arquitetura acadêmica deriva o desenho do frontão triangular, os cunhais com capitéis estilizados e as estátuas sobre o telhado. Do romantismo arquitetônico deriva o friso decorado e a habitação no ático da casa, sob o telhado de duas águas. Esse ático é ventilado e iluminado por dois grandes janelões e duas pequenas janelas em forma de óculo. Outro aspecto pitoresco da decoração são os abacaxis de ferro forjado sobre os grades das sacadas das janelas do primeiro andar, que deram nome ao edifício.

A partir de 1944, o solar foi habitado por Anna Amélia Carneiro de Mendonça, poetisa e bisneta do comendador Borges da Costa, e seu marido Marcos Carneiro de Mendonça, primeiro goleiro da seleção brasileira de futebol e historiador. O casal transformou o solar num ponto de encontro de artistas e intelectuais da época.

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