Do nada, começamos a nos simpatizar com o Flamengo

Diego Ribas da Cunha ou simplesmente Diego (32 anos), é um futebolista brasileiro que joga como meia. Atualmente defende o Flamengo e a Seleção Brasileira

Flamengo desde pequenininho.

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Boa tarde, Diego Ribas da Cunha! Vai viajar?

ATUALIZAÇÃO 22 DE OUTUBRO
Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro

Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego no Rio de Janeiro
Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego na Prainha – Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego na Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego do Flamengo curte praia com sua esposa na Prainha Zona Oeste do Rio de Janeiro
Jogador Diego curte praia com sua esposa na Prainha
Flamengo Diego
Diego Ribas
Flamengo
Diego Ribas
Flamengo
Diego Ribas

BIOGRAFIA

Diego Ribas da Cunha ou simplesmente Diego Ribas (Ribeirão Preto, 28 de fevereiro de 1985), é um futebolista brasileiro que joga como meia. Atualmente defende o Flamengo e a Seleção Brasileira.

Desde cedo, Diego mostrou que tinha talento para o futebol. Aos seis anos, começou a treinar no infantil do Comercial, clube de sua cidade, sendo destaque em diversos campeonatos municipais e regionais que disputou. O bom desempenho chamou a atenção do Paulistinha de São Carlos, que convidou o garoto, então com nove anos, para participar de torneios na Argentina e no Chile.

Dois anos após a primeira experiência internacional, Diego deu um passo definitivo para seguir carreira no futebol, passando a integrar os juniores do Santos Futebol Clube. Antes de chegar à Baixada Santista, ele teve a oportunidade de jogar no São Paulo FC, mas não se adaptou ao clube. Segundo suas palavras, “não se deu bem com a cidade, com as instalações e com os próprios garotos”, permanecendo apenas dois dias na capital paulista.

Os problemas enfrentados no São Paulo não se repetiram no Santos, onde mesmo longe da família, que permaneceu em Ribeirão Preto, Diego conseguiu se estabelecer e trilhar seu caminho até o time profissional, colecionando títulos, gols e convocações para as seleções de base do Brasil. O sucesso precoce com uma das camisas mais tradicionais do futebol (a 10 de Pelé) transformou o meia numa grande esperança santista, cercado de expectativas sobre seu futuro.

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